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Quatro anos após o incêndio na boate Kiss pais e sobreviventes ainda esperam por Justiça

Nesta semana, o caso foi encaminhado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão da OEA, a Organização dos Estados Americanos. Denúncias de suposta omissão de agentes públicos no episódio estão sendo levadas ao conhecimento da entidade, que também deve tomar uma posição sobre as ações judiciais em que familiares de vítimas acabaram virando réus.

"Quanto às acusações que recaem sobre o Ministério Público, a entidade diz que todas as responsabilidades pessoais foram apuradas de forma rigorosamente técnica e jurídica, com base na legislação e nas provas de inquéritos e processos. Segundo o órgão, as manifestações e todas as proposições do MP foram acolhidas pelo Poder Judiciário ou estão sob sua análise, salvo no tocante à prisão dos quatro denunciados pelas mortes em que o Ministério declara ter percorrido as instâncias adequadas para manutenção da segregação, mas não obteve êxito. Na nota de esclarecimento, o MP ainda afirma ser irresponsável a atitude daqueles que, baseados em maliciosas hipóteses jurídicas, instigam falsas expectativas às famílias das vitimas da tragédia na boate Kiss, num estímulo incessante de buscar culpados para além da possibilidade jurídico-legal."

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